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Coprocessamento para o baixo carbono

A Cimpor, uma empresa Intercement, decidiu reduzir o custo da energia térmica utilizada no processo produtivo e as consequentes emissões de CO2. A base desta redução foi a eficiência energética, através do uso de combustíveis alternativos, nomeadamente no coprocessamento.

Global CemFuels Focus: Europa do Sul

Países do Sul da Europa, como a Itália, Portugal e Chipre têm taxas de substituição de combustíveis alternativos relativamente baixos em comparação com a maior parte do resto da Europa e uma elevada dependência sobre combustíveis importados. Itália e Portugal têm cadeias logísticas de gestão de resíduos subdesenvolvidos. Enquanto em Portugal estão a ser feitos esforços para resolver esta questão, a economia e a indústria de cimento pouco enérgicas da Itália significa que poucas melhorias foram introduzidas nos últimos anos.

Reconhecimento da Valorização Material no coprocessamento

A AVE - Gestão Ambiental e Valorização Energética realizou adjudicou à empresa 3Drivers o estudo: ”Coprocessamento – Valorização material de combustíveis alternativos na indústria cimenteira”. Um projecto pioneiro que teve como parceiros a Sociedade Ponto Verde, a Valorpneu e a Valorcar.

Coprocessamento contribui para aumento das taxas de reciclagem

O novo enquadramento estratégico do sector dos resíduos prevê que a fracção mineral dos resíduos coprocessados nos fornos das cimenteiras que é integrada no clínquer, - produto intermédio da produção de cimento -, passe a ser contabilizada no âmbito da taxa nacional de reciclagem de cada fluxo.

Valorcar quer valorizar resíduos de fragmentação

A AVE – Gestão Ambiental e Valorização Energética estabeleceu um protocolo de colaboração com a Valorcar no sentido de desenvolver tecnologias de triagem pós-fragmentação, com vista a selecionar apenas alguns componentes dos resíduos de fragmentação para coprocessamento, enquanto os restantes poderão ser valorizados na reciclagem. Deste modo a Valorcar poderá atingir os seus objectivos no que respeita ao cumprimento das metas, que estipulam um aumento da reutilização e valorização para um mínimo de 95% até 2015.